terça-feira, 5 de abril de 2011

AS SETE LEIS DO ENSINO



AS SETE LEIS DO ENSINO


Ao longo desta sessão vamos estudar algumas regras que se forem postas em
prática  certamente  ajudarão  a melhorar  o  nosso  ensino  e  com  a  ajuda  de Deus poderemos ver também resultados nas vidas dos nossos alunos.

1. Lei Do Professor

Definição: O professor precisa conhecer aquilo que vai ensinar.

-  O saber, o conhecimento ocupa o centro da Lei do Professor, é com este material  que  nós  professores  precisamos  de  trabalhar.  Temos  primeiro compreender para que depois possamos transmitir.
-  “Conhecimento  imperfeito  reflete-se  em  ensino  imperfeito”.  Precisamos dominar a matéria, estar familiarizados com ela para que depois possamos transmiti-la aos nossos alunos.
-  Alguém  um dia  afirmou:  “O mestre que  não  sabe  é  como  um  cego  que
guia outro cego.”
-  O professor precisa conhecer bem a matéria e assim estará à vontade na apresentação  dela,  ajudando  assim  o  aluno  a  confiar  no  professor  e  a crescer no desejo de saber mais.

As Regras do Professor:

1.  Preparar cada  lição com  tempo e estudo  renovado.    (O que aprendeu há
um ano já não serve).
2.  Partir do conhecido para o desconhecido.
3.  Usar uma linguagem simples que os alunos entendam.
4.  Relacionar a matéria com a vida dos alunos.
5.  Usar todos os meios legítimos para a boa compreensão da matéria.
6.  Fazer uma avaliação da matéria. (Filtrar o que é importante).
7.  Buscar informação em bons livros.

Erros a Evitar:

1.  Ser  tentado  a  não  se  preparar  cuidadosamente,  quando  sabe  que  os
alunos estão ignorantes nesse campo.
2.  Pensar que cabe ao aluno e não a si estudar a lição. 
3.  Na hora da aula  “falar só palha”- O alvo é esquecido.  (Se alguma vez ele existiu…)
4.  Ocultar a sua má preparação através de uma linguagem eloquente.

Conclusão:  Se  esta  primeira  lei  fundamental  do  ensino,  for  obedecida,  e
praticada, então a nossa Escola Dominical crescerá em número e utilidade.

2. A Lei Do Aluno

Há características que diferenciam o aluno das outras pessoas, os elementos essenciais que fazem dele o aluno.

Atenção e interesse caracterizam o estado mental do verdadeiro aluno, e constituem a base essencial sobre a qual descansa o processo da aprendizagem.
Definição: O aluno deve dedicar-se com interesse à matéria a ser aprendida. Isto requer do aluno atenção

1.  Descrição de Atenção:

     Atenção significa a direcção ou a concentração da mente num objecto. O objecto pode ser externo ou mental.

     Objecto externo é aquilo que pode ser observado pelos nossos cinco sentidos. Ex: Um filme, observar o funcionamento de um carro, uma peça musical.

    Objecto Mental está ligado à mente. É por ex: Quando alguém relembra uma experiência passada, ou quando se medita no significado de uma ideia. 

Filosofia da Lei:


1.  Sem atenção o aluno não pode aprender.
2.  Não podemos passar, duma mente para a outra, o conhecimento como se fosse uma substância material.
3.  O aluno precisa de ter interesse no que se está a passar. O interesse aumenta a atenção.

Empecilhos à atenção

1.  Apatia 2.  Distracção

Regras Para Os Professores

1.  Nunca comece a dar a lição sem ter captado a atenção da classe
2.  Desperte e mantenha o mais vivo interesse sobre o assunto
3.  Adapte a duração da lição à idade dos alunos
4.  Tome cuidado com as fontes de distracção
5.  Prepare antecedentemente perguntas que provoquem o pensamento
6.  Torne a apresentação da lição o mais atractivo possível
7.  Procure ilustrações que estejam de acordo com o gosto dos alunos

Dois Grandes Erros:

1.  Começar a falar antes de ter captado a atenção dos alunos e continuar depois de a ter perdido.
2.  Não fazer nenhum esforço para descobrir os gostos dos alunos, nem para criar neles vivo interesse pelo assunto.

Conclusão: O professor que não quer desobedecer a esta lei, deve aprender a arte de chamar e captar a atenção e provocar interesse no aluno.

3.  A Lei da Linguagem

Definição: A linguagem usada no ensino deve ser comum ao professor e aluno.

Regras Para Os Professores:

1.  Expressar-se quanto possível na linguagem do aluno.
2.  Se o aluno não entende, repita o pensamento, com outras palavras, e com
simplicidade.
3.  Ajude o significado das palavras com ilustrações.
4.  Teste frequentemente o entendimento dos alunos.

Alguns Enganos:

1.  O olhar aparentemente interessado do aluno muitas vezes engana o mestre.
2.  Muitas vezes os alunos apenas estão olhando os olhos, lábios ou dizem ter
entendido para agradar o professor.

4. A Lei Da Lição

Definição: A verdade a ser ensinada deve ser aprendida através de alguma
verdade já conhecida.

A Filosofia Da Lei:

1.  A preocupação deve ser começar o ensino num ponto da lição que já seja conhecido, pelo menos familiar.
2.  Todo o ensino deve avançar numa direcção. Esta direcção deve ser para a aquisição de algo novo. Ensinar de novo o que os alunos já sabem é matar o poder da atenção deles, caindo numa rotina.
3.  É necessário que o professor saiba o grau de conhecimento dos alunos para poder ter um ponto de partida.

Regras Para Os Professores:

1.  Descobrir o que os alunos sabem do assunto que se lhes vai ensinar.
2.  Tirar o melhor partido possível do conhecimento e experiência dos alunos.
3.  Relacionar, tanto quanto possível, cada lição com as anteriores.
4.  Começar com ideias ou factos que sejam familiares ao aluno.
5.  Manter o nível da lição em relação à idade do aluno.

Alguns Erros:

1.  Professores mandam os alunos estudar lições novas quando estes ainda estão mal preparados.
2.  Não se preocupar com as bases que os alunos têm.
3.  Não dar ligação às lições.
4.  Avançar para outro ponto sem os alunos terem compreendido o ponto que foi dado.


Conclusão: Partindo do conhecido para o desconhecido o professor tem mais probalidades de ser compreendido pelos alunos e despertar neles o interesse necessário  para  que  possa  haver  atenção  e,  consequentemente,  mais aprendizagem.

5. A Lei Do Processo Do Ensino

Definição:  Fazer  do  aluno  um  descobridor  da  verdade,  deixando  que  ele a encontre por si.

Filosofia Da Lei:

1.  Podemos aprender  sem professor. Ex: Pais, estudos  individuais,   a escola
da vida, etc
2.  O verdadeiro ensino estimula os alunos a ganhar conhecimento.
3.  O professor é um guia.

Regras Para os Professores:

1.  Ter em mente o alvo: despertar as mentes dos alunos.
2.  Estimular o interesse.

Alguns Erros:

1.  Dar lições apenas preleccionando.
2.  O professor exigir pronta e rápida recitação nas mesmas palavras.
3.  Não dar tempo aos alunos para pensarem quando é feita uma pergunta.


6. A Lei da Aprendizagem

Definição: O  aluno  deve  reproduzir  em  sua  própria mente  a  verdade  a  ser aprendida.

Etapas da Aprendizagem:

1.  Decorar apenas.
2.  Decorar e compreender também.
3.  Traduzir o ensino por palavras suas.
4.  Procurar provas das afirmações que estuda.
5.  Encontrar a parte prática da matéria.

Regras Práticas Para Professores e Alunos:

1.  Ajudar o aluno a ter uma ideia clara do trabalho a ser feito.
2.  Fazer o aluno expressar por palavras suas o assunto da lição.
3.  Fazer perguntas para atingir o objectivo. 
4.  Testar o conhecimento dos alunos.

Erros a Evitar:

1.  Deixar o aluno confuso e avançar sempre na matéria.
2.  Dar mais valor às palavras do que ao seu significado.
3.  Negligenciar as aplicações

Conclusão: Sem aprendizagem não há ensino eficiente!

7. Lei da Revisão e da aplicação

Definição:  O  acabamento,  a  prova  e  a  confirmação  do  ensino,  devem processar-se através da recapitulação e aplicação.

Principais alvos da recapitulação:

1.  Aperfeiçoar o conhecimento.
2.  Confirmar o conhecimento.
3.  Aplicar o conhecimento.

Regras Para o Professor:

1.  Separar tempo para a recapitulação.
2.  No final da lição, recordar o que se falou.
3.  Procurar o máximo de aplicações.
4.  Animar e encorajar os alunos a perguntar sobre a matéria anterior.

Erros a Evitar:

1.  Esquecer a importância da recapitulação.
2.  Guardar a revisão só para o fim dum período longo.

Conclusão: A lei da recapitulação quer e requer a presença de renovada visão,
e novo uso de material já aprendido.

COMO O ALUNO APRENDE

O que é ensinar?
 
Ensinar não é só narrar factos.

-  Ajudar a aprender
-  Levar a pessoa a um conhecimento teórico e prático
-  Comunicar algo de uma forma que o aprendiz entenda
-  Despertar a mente do aluno para captar e reter o que é transmitido.

Definição do ensino cristão:

A transmissão por um professor cristão, de verdades cristãs, baseadas na Bíblia, para que a vida do aluno seja transformada.

O professor tem de ter em mente o seguinte:
-  As necessidades do aluno. O que ele precisa saber, sentir e fazer para ter êxito na aprendizagem.
-  O estilo de aprendizagem. As preferências e tendências do aluno que influenciam a aprendizagem. 

2 tipos de alunos

O ALUNO INDEPENDENTE:
Analítico (resolve problemas) 
Gosta de partir das partes para o assunto em geral. 
Menos rápido para chegar a uma conclusão. 
Gosta de pesquisar sozinho. 
Prefere o estudo individual.  
É estimulado internamente para aprender. 

O DEPENDENTE:
Mais Global;
Parte do assunto em geral e depois analisa as partes
Chega mais rapidamente a conclusões.
Menos confortável com a aprendizagem auto-dirigida.
Gosta de trabalhos ou actividades em grupo.
Precisa de estímulos externos.

Estilos de percepção:

1.  Lendo
2.  Ouvindo
3.  Interagindo
4.  Vendo 

5.  Tocando
6.  Mexendo
7.  Sentindo o cheiro \ Sabor 

Muitas das nossas experiências vêm através dos sentidos:
Vista- 83%
Audição 11%
Olfacto- 3,5 %
Tacto- 1,5%
Gosto- 1%

A aprendizagem é mais objectiva quando um aluno usa mais de um sentido ao mesmo tempo:

Experiência          Depois de 3 horas       Depois de 3 dias
Se ouviu                 Retêm 70 %                 Retêm 10%
Se viu                    Retêm 72%                  Retêm 20%
Se ouviu e viu         Retêm 85%                  Retêm 65%

Tendo isto em mente o professor deve:

1.  Encorajar o aluno a  compreender-se a  si mesmo. Entender qual o  seu estilo de aprendizagem, como prefere aprender.
2.  Usar uma variedade de métodos. Temos alunos diferentes.
3.  Criar  um  ambiente  em  que  há  colaboração.  Incentivar  a  participação sem perder o controle do tema que está a ser apresentado.

O ALVO DO ENSINO

Porque devemos ter alvos para o ensino?

O  alvo  cria  a ponte  entre  a  aprendizagem do  aluno  e o  que  é  ensinado na aula.

O que é um alvo?

1.  Um alvo indica em termos gerais o que o aluno deve aprender.
2.  Um alvo explica o que deve acontecer no aluno.
3.  Um alvo indica que mudança deve acontecer na vida do aluno.
 Deve ter em mente o que quero que os meus alunos:
-  Saibam
-  Sintam
-  Façam

Conselho:  É  melhor  ter  um  alvo  apenas  e  se  for  preciso  ensiná-lo  de dez maneiras diferentes do que tentar estabelecer 3 ou 4 alvos ao mesmo tempo.
É impraticável ensinar muitas verdades numa mesma lição.

 Como Determinar o alvo da lição?

-  Orando
-  Estudando o texto bíblico a ser ensinado
-  Determinando as necessidades dos alunos

ATINGINDO O ALVO

Como  posso  saber  se  o meu  alvo  foi  atingido?  Podemos  saber  atavés  das reacções dos nossos alunos.

Níveis de Atitudes e Valores

1.  Recebendo.  O  aluno  reconhece  a  ideia  transmitida.  Apreende  o  que  é transmitido.
2.  Respondendo. O  aluno  está  interessado  no  assunto.  Faz  perguntas  tira dúvidas.
3.  Avaliando. O aluno reconhce o valor do que foi ensinado e compromete-se com a ideia transmitida.
4.  Organização. O aluno sistematiza os seus valores.
5.  Caracterização.  O  estilo  de  vida  do  aluno  reflecte  o  ensino  que  foi transmitido.

 
COLABORANDO COM O ESPÍRITO SANTO EM TRANSFORMAR O ALUNO

 Alguém disse as seguintes palavras: “A educação cristã é sem igual por causa do  seu  tema- A Bíblia, por causa do seu alvo- A  transformação espiritual de vidas, e por causa da sua dinâmica espiritual- a obra do Espírito Santo.”

Porque é que o Espírito Santo é necessário no ensino?

1-  O  Espírito  Santo  é  necessário  porque  o  professor  cristão  precisa  de capacitação  divina.    “Uma  tarefa  espiritual,  envolvendo  verdades espirituais para satisfazer necessidades espirituais requer poder espiritual. 
I Coríntios  3:6.  Procurar  servir  a  Deus  na  sua  própria  força,  sem  a dependência  do  Espírito  Santo  não  tem  valor  algum  nem  alcançará resultados duradouros. 

2-  O  Espírito  Santo  torna  a Palavra  de Deus  eficaz  na  vida  dos  alunos. João  14:26;  16:13.  Somente  o  Espírito  Santo  pode  convencer  os  nossos
alunos a transformarem as suas vidas.

No ensino  cristão há uma  colaboração entre o professor  cristão e o Espírito Santo. Há uma parceria. Embora sabendo que é o Espírito que vai fazer a obra na  vida dos nossos alunos  isto não  invalida que o professor  não precisa de uma preparação adequada. Depender do Espírito Santo no ensino cristão não quer dizer que não preciso estar preparado.

-  Os  professores  tem  a  responsabilidade  de  comunicar  a  verdade;  o Espírito  Santo  procura  dar  direcção,  poder  e  discernimento  aos professores.

-  Os professores têm de depender do Espírito Santo para que Ele actue por meio deles e possa usá-los a alcançar os alunos com a verdade. O Espírito  Santo  trabalha  na  vida  dos  alunos  convencendo-os  da verdade.

-  Os  professores  devem  encorajar  os  alunos  a  entender  a  Palavra  de Deus.  O  Espírito  Santo  incentiva  os  alunos  a  apropriarem-se  da Palavra.

Nunca devemos tentar fazer a obra sozinhos, pois só quando o Espírito Santo está  presente  no  processo  do  ensino  é  que  alcançaremos  resultados duradouros

A EBD E A RESPONSABILIDADE DO PROFESSOR


O bom professor é aquele que almeja a excelência do ensino e se empenha em alcançá-la. Tem que ser como o apóstolo Paulo exortou: "...o que ensina, esmere-se no fazê-lo" (Rm 12.7). Paulo recomenda àquele que ensina a dedicação total desse ministério. Dedicação que resultará num progresso constante do professor, quer seja em relação à habilidade no ensino e crescimento espiritual de seus alunos; quer seja em relação a sua própria vida cristã.
O professor da escola dominical deve ser o primeiro a viver o que ensina. A classe nunca deve ser subestimada (muito menos a dos pequeninos). Ela saberá se o professor está sendo sincero no que diz. Como também saberá se o professor se preparou adequadamente para a aula. Fazer pesquisas de última hora e preparar a aula às pressas nunca dá certo. Quando o professor não se esforça para fazer o melhor, ele não apenas desrespeita seus alunos como peca contra Deus.
Além de viver o que ensina, o bom professor conhece seus alunos. Ele nunca deve acreditar que basta, por exemplo, pegar a revista e ensinar o que está ali, por melhor que seja o seu trabalho de pesquisa. O professor da escola dominical deve conhecer a sua classe, cada um de seus alunos. É importante que o professor conheça seus alunos, até mesmo para uma transmissão mais natural e eficaz de sua aula.
Quanto ao preparo e a exposição da aula propriamente dito, os editores dos Estudos Bíblicos Didaquê apresentam sugestões preciosas que ajudarão em muito os professores da escola dominical. Com ligeiras adaptações passo a transcrevê-las:
  • Utilizar sempre a Bíblia como referencial absoluto.
  • Elaborar pesquisas e anotações, buscando noutras fontes subsídios para a complementação das lições.
  • Planejar a ministração das aulas, relacionando-as entre si para que haja coerência e se evite a antecipação da matéria.
  • Evitar o distanciamento do assunto proposto na lição.
  • Dinamizar a aula sem monopolizar a palavra oferecendo respostas prontas.
  • Relacionar as mensagens ao cotidiano dos alunos, desafiando-os a praticar as verdades aprendidas.
  • No final da aula, despertar os alunos quanto ao próximo assunto a ser estudado, mostrando-lhes a possibilidade de aprenderem coisas novas e incentivando-os a estudar durante a semana.
  • Depender sempre da iluminação do Espírito Santo, orando, estudando e colocando-se diante de Deus como instrumento para a instrução de outros.
  • Verificar a transformação na vida dos alunos, a fim de avaliar o êxito de seu trabalho.
Duas coisas, pelo menos, têm levado muita gente a perder o interesse pela escola dominical hoje em dia, ou seja, a falta de criatividade do professor e dinâmica das aulas. Professor: Faça de sua aula algo interessante; seja criativo, gaste tempo nisso. Criatividade e dinamismo são, em boa parte, o segredo do sucesso do professor eficaz.
É necessário que o professor da escola dominical veja seu trabalho como o ministério que Deus lhe deu e que, por isso mesmo, precisa ser realizado da melhor maneira possível. "... o que ensina, esmere-se no fazê-lo" (Rm 12.7).

terça-feira, 29 de março de 2011

PROJETOS DA EBD 2011

Alvo Geral da EBD:
Proporcionar o conhecimento da palavra de Deus, formando cristãos capazes de testemunha Cristo, através da sua conduta e vencer as dificuldades diárias, vencendo o maligno.
Incentivar a leitura da bíblia
Incentivar a participação assídua na escola
Incentiva ser cristãos praticantes da palavra de Deus
Alvo específico da EBD:
Crescimento quantitativo (alunos) e qualitativo (professores)-
Formar uma cultura de interesse pelo aprendizado da palavra, sendo alunos assíduos, participantes e produtores de novos alunos, frutos.
Metodologia;
Para alcançar os alvos citados serão necessários;
1-Para o crescimento qualitativo dos professores:
1.1 - Curso para professores;
1.2 - Curso de Aperfeiçoamento;
Material didático;
Revista da EBD
Quadros Brancos;
Forma dinâmica e didática ao lecionar (planejamento de aula)- cada professor, deve procurar elaborará um planejamento de aula.
Para alcançar a quantificação dos alunos.
Professores fixos em cada turma
Proporcionar uma interação maior entre professor e aluno, através de telefonas e correspondências.
Aulas dinâmicas e participativas
Visitas aos alunos.
Metas para os professores;
Cada professor se responsabilizar em um período trimestral, para proporcionar o crescimento em sua turma. Visitar os alunos em suas residências, acompanhamento mais próximo dos alunos. Recompensar o aluno mais assíduo, mais participativo.
O professor também será recompensado pelo seu esforço e trabalho.
O objetivo geral:
Após um ano de implantação ter 50% a mais de alunos matriculados e assíduos na escola bíblica de 2011.


COORDENAÇÃO DA EBD DO TC 2011.

segunda-feira, 28 de março de 2011

DIA INTERNACIONAL DA MULHER









AOS PROFESSORES

PARA OS PROFESSORES

(1ª reunião)
2 Tm 2.2. "o que aprendeste de mim... isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros"
Mt 9,35-38
"Percorria Jesus todas as cidades e aldeias nas sinagogas deles, e pregando o evangelho do Reino e curando todas as enfermidades e moléstia entre o povo. E vendo a multidão, teve grande compaixão deles, porque andavam desgarrados e errantes como ovelhas que não tem pastor. Então, disse aos discípulos: A seara é grande, mas poucos são os ceifeiros. Rogai,pois, ao Senhor da Seara que mande ceifeiros para a sua seara."
ESTAS PALAVRAS DE JESUS INDICAM 4 VERDADES:
1. A necessidade Espiritual dos homens em toda as partes é muito grande;
2. As necessidades superam as possibilidades "os obreiros são poucos";
3. Os obreiros devem ser enviados por Deus;
4. Nossa responsabilidade é rogar ao Senhor que envie obreiros para a seara.
Ef 4.11.12.
Aqui Paulo apresenta a estratégia de Deus para edificar a igreja.
IGREJA COMO CORPO
CRISTO COMO CABEÇA
CADA FILHO, UM MEMBRO DO CORPO
OBJETIVO: EDIFICAÇÃO DO CORPO.
Tudo isso implica no crescimento da igreja em:
QUALIDADE - UNIDADE - QUANTIDADE (13-16).
Deus nos escolheu para edificarmos a Igreja dEle.(12 -16).
A FUNÇÃO DA CABEÇA:
Governar o corpo - a cada membro;
Da vida ao corpo - enchê-lo (Ef 1.2;3.1;4.1)
Dar crescimento ao corpo - Ef 4.15;
Dar dons, dotar de graça(habilidades) para o desempenho de suas funções. Ef 4.7,8.
Conceder uns para Apóstolos, profetas, evangelistas, Pastores e Mestres. Ef 4.11.
FUNÇÃO DO CORPO:
Cada membro tem uma função a desempenhar no corpo;
Cada membro recebe de Cristo a graça(capacidade) para desempenhar sua função.(v.7).
Cada membro, um ministro do Senhor(12).
Cada membro tem o ministério de trabalhar na edificação do corpo(12).
Cada membro deve ser aperfeiçoado, capacitado para cumprir seu ministério;
Cada membro deve está colocado no corpo em lugar definido, unido, comprometido e sujeito, para o desempenho de sua função(16);
Cada Membro deve atuar ou ser atuante no corpo de Cristo, para produzir crescimento e Edificação do corpo em amor.
A luz de tudo isso, concluímos que as funções principais dos Apóstolos,Profetas, Evangelista e Pastore e Mestres:
EDIFICAR - APERFEIÇOAR - FORMAR.
PREPARÁ-LOS - CAPACITÁ-LOS, TREINÁ-LOS E EQUIPÁ-LOS.
Tudo isso para a edificação do Corpo de Cristo. De modo que na estratégia de Deus a Igreja é um Seminário, e cada irmão um Seminarista.
E é nossa responsabilidade(4,11) de aperfeiçoar, capacitar e edificar os santos.
Tendo como exemplo o nosso Jesus, nos 4 evangelhos, podemos ver que ele concentrou seu ministério na FORMAÇÃO DE HOMENS e fez disso o primordial de seu ministério.
Outra coisa muito importante para nós como ministro do Senhor. Jesus não formou um Discípulo, mas doze. Ele nunca enviava sozinho e sim de dois em dois. E na obra de Deus, trabalhar em equipe tem um VALOR muito grande na tarefa de edificar a Igreja de Jesus.
Por isso Paulo disse: "o que aprendeste de mim, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros"
Ele quis dizer: DEDICA-TE A FORMAR OBREIROS, CRENTES FORTES E ALICERÇADOS NA PALAVRA.
Termino relatando algumas características de um obreiro(a) do senhor:
Humilde, manso, paciente, domínio próprio, amável, cheio de amor, misericordioso, bom, generoso, serviçal, compassivo, hospedeiro, respeitoso, diligente, trabalhador, responsável, fiel, corajoso, prudente, obediente, ordeiro, digno e exemplo etc.
Pr. Cléucio - Coordenador da EBD TC

QUEM SOMOS

Somos a Escola Bíblica Dominical do Templo Central da Assembléia de Deus, Campo da Cidade Nova em Ananindeua/Pará. Nosso pastor presidente o Pr. Nerias Pinheiro.
O nosso dirigente do Templo Central é o Pr. Roberto Lima.
Coordenador: Pr. Cléucio Teixeira e o Irmaõ Augusto.

Com o objetivo de fortalecer a Escola Dominical e estimular que maior número de pessoas participe da mais importante agência de educação cristã na igreja evangélica, no próximo domingo se comemora, no Brasil, o Dia Nacional da Escola Dominical.

COMEMORAREMOS NO 3° DOMINGO DE SETEMBRO É O DIA DA ESCOLA DOMINICAL

É a Escola Dominical o departamento mais importante da igreja, porque evangeliza enquanto ensina, cumprindo assim, de forma cabal, as duas principais demandas da Grande Comissão, que nos entregou o Senhor Jesus (Mt 28. 19-20).
A Escola Dominical é também um ministério interpessoal, cujo objetivo básico é alcançar, através da Palavra de Deus, as crianças, os adolescentes, os jovens, os adultos, a família, a igreja e toda a comunidade.
Por conseguinte, é a Escola Dominical a única agência de educação popular de que dispõe a igreja, a fim de divulgar, de maneira devocional, sistemática e pedagógica, a Palavra de Deus.
“A Escola Dominical, devidamente funcionando, é o povo do Senhor, no dia do Senhor, estudando a Palavra do Senhor, na casa do Senhor”

OS OBJETIVOS DA ESCOLA DOMINICAL

Quatro são os objetivos primaciais da Escola Dominical: ganhar almas, educar o ser humano na Palavra de Deus, desenvolver o caráter cristão e treinar obreiros.
Ganhar almas. Ganhar almas significa convencer o pecador impenitente, através do Evangelho de Cristo, quando à premente necessidade de arrepender-se de seu pecados, e aceitar o Filho de Deus como o seu Único e Suficiente Salvador.
Evangelizar, ou ganhar almas, é o primordial objetivo da Escola Dominical. Pois antes de ser a principal agência educadora da Igreja, é a Escola Dominical uma agência evangelizadora e evangelística.
Evangelizadora: proclama o Evangelho de Cristo enquanto ensina.
Evangelística:
prepara obreiros para a sublime missão de ganhar almas. 

Dessa forma, cumpre a Escola Dominical a principal reinvidicação da Grande Comissão que nos deixou o Senhor Jesus (Mt 28. 18-20). A Escola Dominical que não evangeliza não é digna de ostentar tão significativo título.
Educar o ser humano na Palavra de Deus. Em linhas gerais, educar significa desenvolver a capacidade física, intelectual, moral e espiritual do ser humano, tendo em vista o seu pleno desenvolvimento.
No âmbito da Escola Dominical, educar implica em formar o caráter humano, consoante às demandas da Bíblia Sagrada, a fim de que ele (o ser humano) seja um perfeito reflexo dos atributos morais e comunicáveis do Criador.
As Sagradas Escrituras têm como um de seus mais sublimados objetivos justamente a educação do homem. Prestemos atenção a estas palavras de Paulo: “Toda Escritura é devidamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra” (2 Tm 3.16,17).
“Um jovem educado na Escola Dominical raramente é levado às barras dos tribunais”.
Desenvolver o caráter cristão. Também é missão da Escola Dominical a formação de homens, mulheres e crianças piedosos. Escrevendo a Timóteo, o apóstolo Paulo é irreplicável: “Exercita-te a ti mesmo na piedade” (1 Tm 4.7).
A piedade não se adquire de forma instantânea. Advém-nos ela de exercícios e práticas espirituais que nos levam a alcançar a estatura de perfeitos varões.
“A conversão de uma alma é o milagre de um momento; a formação de um santo é a tarefa de uma vida inteira”.
Só nos resta afirmar ser a Escola Dominical uma oficina de santos. Ela ensina a estes como se adestrarem na piedade até que venham a ficar, em todas as coisas, semelhantes ao Senhor Jesus.
Treinar obreiros. Embora não seja um seminário, nem possua uma impressionante grade curricular, é a Escola Dominical uma eficientíssima oficina de obreiros. De suas classes é que saem os diáconos, os presbíteros, os evangelistas, os pastores, os missionários e teólogos.
Um cálculo muito modesto assinala que 75% dos membros de todas as denominações, 85% dos obreiros e 95% dos pastores e missionários foram, em algum tempo, alunos da Escola Dominical.
Os pais devem se preocupar a levar seus filhos na Escola Dominical. “Não mande seus filhos a Escola Dominical. Venha com eles”.

A FUNDAÇÃO DA ESCOLA DOMINICAL

A Escola Dominical nasceu da visão de um homem que, compadecido pelas crianças de sua cidade, quis dar-lhes um novo e promissor horizonte. Como ficar insensível ante a situação daqueles meninos e meninas que, sem rumo, perambulavam pelas ruas de Gloucester? Nesta cidade, localizada no Sul da Inglaterra, a delinqüência infantil era um problema que parecia insolúvel.
Aqueles menores roubavam, viciavam-se e eram viciados; achavam-se sempre envolvidos nos piores delitos.
É nesse momento tão difícil que o jornalista episcopal Roberto Raikes entra em ação. Tinha ele 44 anos quando saiu pelas ruas a convidar os pequenos transgressores a que se reunissem todos os domingos para aprender a Palavra de Deus. Juntamente com o ensino religioso, ministrava-lhes Raikes várias matérias seculares: matemática, história e a língua materna – o inglês.
Não demorou muito, e a escola de Raikes já era bem popular. Entretanto, a oposição não tardou a chegar. Muitos eram os que o acusavam de estar quebrantando o domingo. Onde já se viu comprometer o dia do Senhor com esses moleques? Será que o Sr. Raikes não sabe que o domingo existe para ser consagrado a Deus?
Robert Raikes sabia-o muito bem. Ele também sabia que Deus é adorado através de nosso trabalho amoroso e incondicional.
Embora haja começado a trabalhar em 1780, foi somente em 1783, após três anos de oração, observações e experimentos, que Robert Raikes resolveu divulgar os resultados de sua obra pioneira.
No dia três de novembro de 1783, Raikes publica em seu jornal, o que Deus operara e continuava a operar na vida daqueles meninos de Gloucester. Eis porque a data foi escolhida como o dia da fundação da Escola Dominical. “Mal sabia Raikes que estava lançando os fundamentos de uma obra espiritual que atravessaria os séculos e abarcaria o globo, chegando até nós, a ponto de ter hoje dezenas de milhões de alunos e professores, sendo a maior e mais poderosa agência de ensino da Palavra de Deus que a Igreja dispõe”.

A FUNDAÇÃO DA ESCOLA DOMINICAL NO BRASIL

A Escola Dominical no Brasil teve como nascedouro a cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro. A data jamais será esquecida: 19 de agosto de 1885. Nesse dia, os missionários escoceses Robert e Sara Kalley dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram aquela aula. Mas foi o suficiente para que o seu trabalho florescesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país.